TDAH: O sexto sentido amplificado


Você já se perguntou por que o terceiro olho, o centro do nosso sexto sentido, está localizado no meio do córtex pré-frontal? Curiosamente, o pré-frontal é também a principal área neurológica associada ao TDAH.

A glândula pineal, conhecida como “terceiro olho”, localiza-se na parte central do cérebro, entre as sobrancelhas, e é sensível à luz. Desde os tempos dos egípcios, ela é considerada um meio de contato com o mundo espiritual, sendo chamada de “o olho que tudo vê”.

Embora a relação exata entre a glândula pineal e o córtex pré-frontal ainda não seja totalmente compreendida, acredita-se que estejam interconectadas por uma rede de neurônios que ajuda a regular funções cognitivas de maneira sincronizada com o ritmo circadiano.

O pré-frontal atua como um filtro que controla quais informações entram e saem, incluindo frequências magnéticas e vibracionais. Em cérebros com TDAH, onde o pré-frontal é menos ativo, esse filtro falha, resultando em um sexto sentido amplificado, mas desordenado.

De que adianta uma conexão divina amplificada, mas obstruída por confusão mental?

O excesso de pensamentos desestruturados impede que a mente com TDAH traduza de forma clara a comunicação intuitiva.

Reflexão importante:

Estamos aqui para evoluir, e é nos maiores desafios que encontramos o propósito da vida. Para quem tem TDAH, isso significa:

  • Aprender a silenciar a mente: Reduzir o excesso de pensamentos e a rigidez cognitiva é um passo desafiador, mas essencial.
  • Deixar de julgar: Aceitar a incerteza abre espaço para a intuição.
  • Comunicar-se com sabedoria e compaixão: A intuição é sutil e requer abertura para ser compreendida.
  • Abandonar o controle racional: Ao soltar o desejo de dominar tudo, a conexão com a intuição se torna mais clara.
  • Conectar-se ao presente: A intuição está no agora, acessível quando estamos atentos.

A intuição é uma ferramenta poderosa para tomar decisões, encontrar soluções criativas e viver com plenitude. Para quem tem TDAH, ela é especialmente valiosa, ajudando a lidar com desafios únicos da condição.

Quando aprendem a silenciar a mente, deixar de julgar e viver o presente, pessoas com TDAH se abrem para sua intuição, alcançando seu verdadeiro potencial.

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Vamos caminhar juntos? 

TDAH e Espiritualidade qual a relação?




O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurológico que afeta diretamente o córtex pré-frontal, região do cérebro responsável pela tomada de decisões, controle da atenção e regulação emocional. Além dessas funções cognitivas, o pré-frontal atua como um filtro sensorial, indo além dos cinco sentidos conhecidos.

Podemos comparar essa função de filtrar estímulos sensoriais com a camada protetora da Terra, que nos defende da radiação solar. Da mesma forma, o pré-frontal funciona como um centro de controle, filtrando frequências recebidas do ambiente, dispositivos e até mesmo das pessoas ao nosso redor.

É essencial compreender que nosso sistema biológico está integrado ao nosso sistema energético e espiritual. Se o aspecto biológico do pré-frontal não está funcionando de forma ideal, o aspecto energético tende a atuar com maior intensidade.

Nossa mente biológica interpreta sensações sutis e vibracionais por meio dos sentidos extrassensoriais, o que inclui a capacidade de captar e interpretar frequências diversas. Assim, estudar o pré-frontal e seu papel no TDAH amplia nossa compreensão sobre como o transtorno impacta nossa percepção e interação com o mundo.

Na perspectiva neurocientífica, sabe-se que o pré-frontal de uma pessoa com TDAH apresenta menor atividade, o que a torna mais suscetível a influências energéticas e vibracionais. Essa menor atividade no filtro neural impacta diretamente a experiência física desses indivíduos.

Fisicamente, essas pessoas podem sentir um fluxo de pensamentos constante, como se fossem bombardeadas por ideias, e frequentemente apresentam sensação de falta de energia, hipersensibilidades sensoriais, enxaquecas e até pensamentos externos que parecem "invadir". Além disso, é comum sentirem a necessidade de se isolar, experimentando mudanças de humor como tristeza, irritação e raiva sem causa aparente.

Embora a neurociência explique essas sensações como resultado de alterações dopaminérgicas, é igualmente importante considerar as influências energéticas que amplificam essas percepções.

Indivíduos com TDAH também relatam percepções sutis, como oscilações de energia vital, empatia intensa, sensação de carregar "pesos" energéticos, percepção das energias do ambiente e das pessoas, além de uma sensação constante de descompasso com o tempo.

Outro ponto frequentemente mencionado é o sentimento de possuir uma missão especial nesta existência.

Essas características demonstram que a experiência de uma pessoa com TDAH vai além do neurológico, envolvendo um sistema energético sensível e uma interação profunda com o mundo vibracional.

Reconhecer a relação entre o pré-frontal hipoativo e as influências energéticas é crucial para abordar o TDAH de forma holística. Com o conhecimento certo, é possível canalizar essas energias sutis, promovendo mais equilíbrio, propósito e bem-estar.

Isso também explica por que muitos adultos com TDAH, mesmo após desenvolverem inteligência emocional e adquirirem conhecimento, continuam enfrentando ciclos de autossabotagem. A falta de consciência sobre sua dimensão espiritual pode levá-los a acreditar em pensamentos negativos como verdades absolutas, gerando crises recorrentes.

O caminho mais eficaz para lidar com o TDAH na vida adulta inclui o autoconhecimento, o desenvolvimento de um diálogo interno estruturado por meio da inteligência emocional e o fortalecimento da autoconsciência espiritual para distinguir e gerenciar os aspectos sutis de si mesmo.

Lembre-se de que cada jornada é única. Buscar apoio adequado e estratégias personalizadas pode transformar a experiência de viver com TDAH, trazendo mais leveza e plenitude.

Se você se identifica com essas percepções ou conhece alguém que vive com TDAH, saiba que existem caminhos para uma vida mais equilibrada e realizada.

O que são Adultos Índigos?



Segundo a visão espiritualista, Quântica e Minha visão :) 

Ser índigo é nascer se sentindo diferente e incompreendido. 

É saber, desde muito cedo, que possui uma missão, mas não sabe ao certo qual é. 

É ter uma conexão direta com o divino sem precisar de intermediário. 

É ser questionador e necessitar que faça sentido para se envolver de fato em alguma atividade. 

É saber de coisas que não se sabe explicar como sabe. 

É ter multitalento em atividades diversas e se perder entre elas, sentindo que está desperdiçando tempo e vida. 

É viver a constante angústia de que sempre poderia estar fazendo melhor, mais rápido ou de um jeito mais inteligente. 

É ter dons extrafísicos, como intuição e empatia e não saber como gerenciá-los. 

E, acima de tudo, ser índigo é viver uma montanha-russa emocional desgovernada, que o leva da euforia à tristeza profunda em um piscar de olhos.O primeiro livro sobre índigos foi lançado em 1999 pelos autores Lee Carroll e Jan Tober. 

Mas a parapsicóloga Nancy Ann Tappe foi uma das primeiras a evidenciar este tema. 

Ela tinha a capacidade de ver as cores emitidas pelas frequências energéticas dos seres vivos, denominado de corologia (corology), analisando, assim, a personalidade pela cor que identificava. No final da década de 1960, começou a descrever crianças que via na cor azul-escuro, ou índigo e, após 40 anos de muita observação e estudos, concluiu que estes seriam os seres dotados de novos padrões de comportamento e influência no mundo.

Nancy Ann Tappe classifica os índigos em quatro grupos:

1. Humanistas: com a missão de globalizar a humanidade por intermédio da tecnologia e das comunicações.

2. Artísticos: com talentos naturais em muitas áreas, sentem que podem transmitir como seria o céu na Terra.

3. Conceituadores: com a missão de criar o novo, seja em tecnologia, biologia ou física. São gênios inovadores.

4. Catalisadores: com a missão de criar novos paradigmas, são influenciadores que convidam a pensar e agir de uma nova forma.

Ou seja a denominação índigo está associada a cor da frequência energética do indivíduo, ou seja a cor da aura, a cor predominante da aura é equivalente a soma das vibrações atômicas que compõe o corpo mental concreto e sutil do indivíduo.

Se você não acredita em aura vai aqui uma reflexão. 

Considerando que tudo que existe no planeta terra tem a composição atômica, cada átomo é composto por prótons, elétrons e nêutrons, que estão em constante vibração, estas vibrações emitem frequências que já conseguem ser medidas pelo homem, cada elemento da tabela periódica é compostos por átomos, e o que diferencia um do outro é a composição atômica, e a velocidade de vibração, quanto mais veloz, menos denso é o elemento, quanto mais lenta a vibração, mais denso torna-se o elemento.

A exemplo disso, as cores também podem ser quantificadas, a começar pelas cores do arco iris que, estão ordenadas por velocidade de frequência.​

Diante disto fica evidente que a cor vermelha é mais densa e menos fluída e a cor violeta a menos densa, o anil da tabela acima representa o índigo, ainda mais fluído do que a azul.

O que me faz refletir, se a aura é equivalente a soma das vibrações atômicas que compõe o corpo mental concreto e sutil do indivíduo, e como Nancy já definiu, os índigos são seres de novos padrões de comportamento e influência no meio, podemos concluir que um individuo com a aura índigo e as características citadas acima, teriam uma composição menos densa energeticamente do que indivíduos de auras de cores por exemplo verde?

Pela lógica aqui descrita sim!​E é justamente por isso, que é lógico afirmar que se um indivíduo com aura de por exemplo cor verde, pode tornar-se índigo, elevando seu padrão de consciência, tornando-se um agente de evolução do planeta, por exemplo sendo compassivo, amoroso com o próximo incluindo animais e bioma, com atitudes que influenciam positivamente ao meio, sentimentos como confiança, paz, bem estar, sabedoria e compaixão, estariam presentes neste indivíduo.​

Da mesma forma, que um indivíduo que nasce índigo, pode regredir, caso escolha não evoluir em sua jornada.​

O que faço questão de enfatizar aqui, é que os índigos podem até nascer com uma certa vantagem, pois vibram em uma frequência superior, mas assim como qualquer ser humano, está aqui para aprender e a evoluir,  sendo seu maior desafio lidar com as emoções humanas e relacionamentos, e como é um verdadeira radar para o sentir, tende a se contaminar com o negativo do outro, do coletivo e também do planeta, tendendo a sentir medo, angustia, desânimo o que o pode levar facilmente a desistir de evoluir e até em extremo caso viver.

Como vêem apesar do índigo nascer em uma frequência mais harmônica com a frequência do planeta, torna-se ainda mais sensível a transição planetária, manter-se em harmonia e vencer a si mesmo, é um desafio e tanto para ele. ​Os índigos vieram para ajudar ao planeta evoluir, mas somente terão sucesso nessa missão se escolherem evoluir juntos, simples assim!​Para ficar ainda mais claro o tema evolução planetária, acredito ser importante ressaltar que o planeta terra é um organismo vivo e está em constante evolução, tudo o que existe aqui está conectado em redes, ou seja, a escolha de um indivíduo, ressoa em tantos outros, assim como no planeta.​

O planeta está evidentemente passando por mudanças. Vejamos o exemplo das últimas descobertas sobre a Ressonância de Schumann.​A Terra é cercada por um campo eletromagnético, situado entre a costra terrestre e a ionosfera, gerada a partir de relâmpagos, sendo uma cavidade onde ressoam as ondas eletromagnéticas, que podem ser consideradas como uma onda que se propaga em linha reta. Tem uma frequência mais ou menos constante, pois varia no ciclo dia-noite, na faixa de 7,83 Hz, sendo considerada o Marca-passo planetário, responsável pela biosfera. 

A partir dos anos 1990, os cientistas começaram a averiguar um acelerador constante dessa camada da atmosfera, registrando frequência de 11 a 13Hz, o que tem provocado desequilíbrio climático e alterações comportamentais dos seres vivos, que por sinal além de captarem ondas, também as geram. 

O cérebro humano emite ondas que podem ser medidas através do eletroencefalograma, EEG, essas ondas são caracterizadas por frequências específicas e se apresentam em momentos diferentes de nossa consciência, como exemplo ondas Alfa, que são ondas de 9 a 14Hz, emitidas em estado de relaxamento e ondas Beta, que são ondas de 15 a 40Hz, quando estamos em alerta, em estado de vigília.​

O acelerar da camada de ressonância de Schumann é percebido pelo cérebro, provocando alterações no sistema límbico e no lobo frontal. Nossos cérebros já deveriam estar em onda alfa, nessa altura da idade da atual humanidade, se estivéssemos tranquilos, seguros e em estado de harmonia interior. 

Mas ao contrário, estamos em desarmonia com a ressonância do planeta, o que provocam irritação, impaciência, intolerância, angústia e medo, existindo mais doenças precoces e conflitos, internos e externos.

​Percebem como está tudo conectado, e como o sutil, aquilo que não conseguimos mensurar ou ver, está muito mais presente do que possamos conceber, por isso que o extrassensorial dos índigos, os dons empáticos, a intuição, a compaixão, podem ser muito uteis nesta nova fase planetária, porém sem a capacidade de gerir as próprias emoções esses dons tornam-se transtorno. 

O nível de evolução de um indivíduo está totalmente associada a capacidade de se auto conhecer, compreender, os próprios sentimentos e anseios, saber o que realmente o motiva a viver, e a como viver em harmonia e fluidez interior, somente após vencer está etapa estará pronto para fluir com os demais, entendendo o outro e fluindo harmoniosamente.​

Acredito que este é o verdadeiro desafio do ser humano e não é a toda que uma das principais características dos índigo é sentir-se sozinho e incompreendido pelo outro, quando consegue ser auto responsável, dominando as emoções, torna-se forte e equilibrado para relacionar-se e vencer com leveza a missão codificada em sua alma. 

Que tal aprofundar seu conhecimento com este vídeo que explico os índigos:



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